Pastoral da Acolhida promove o acolhimento dos fiéis nas celebrações Eucarísticas, nas paróquias e principalmente nas comunidades eclesiais, partindo da seguinte certeza: “quem vos recebe a mim recebe; quem vos rejeita a mim rejeita”. A pastoral da acolhida deve dar um clima de família para nossas paróquias; ela conseguirá isso se realmente os seus membros se preocuparem pelos que vêm à Igreja. É preciso saber escutar, saber ter iniciativa, conseguir ver os detalhes, conseguir se antecipar às necessidades do outro.

Os membros da pastoral da acolhida devem se esforçar por ter a caridade de Cristo, a atenção de Maria, o espírito de serviço dos santos. Isso será alcançado na medida em que eles se aproximarem mais do Senhor, na oração sincera, na devoção verdadeira à Santa Eucaristia, na confiança absoluta na graça de Deus. A pastoral da acolhida deve ter a certeza de que somos acolhidos por Deus e por isso podemos ser seus instrumentos.

A pastoral da acolhida deve ser uma referencia de amizade aos que vêm à Igreja. Deve buscar conhecer as pessoas, respeitá-las nas suas limitações, se apresentar sempre como disponível a ajudar. Deve ser a voz da Igreja mais próxima das pessoas, com suas necessidades reais.

Tarefas concretas:

·     Chegar bem antes da Missa para rezar pelos que virão na celebração, e pedir a Deus que possam ser a voz e os braços da Igreja a todos os que se reunirem para a celebração;

·     Acolher a todos com alegria, com amizade e simpatia. Nunca criticar a alguém por ter ficado algum tempo sem aparecer na Igreja, mas acolher a todos com o Pai acolheu o Filho pródigo no seu retorno a casa;

·     Ter especial atenção aos idosos, aos enfermos, às grávidas, providenciando um lugar adequado a essas pessoas e a todos os que possuem uma especial necessidade;

·     Ter especial atenção pelas crianças, para que não interrompam desnecessariamente a Celebração, educando-as e demonstrando o amor especial de Cristo pelas crianças;

·     Ser um contato com as pessoas que queiram fazer algum encontro ou retiro espiritual. Em ocasiões, saber oferecer essas possibilidades aos fiéis, especialmente aos jovens;

·     Não permitir que alguns fiquem conversando fora da Igreja durante a celebração. Indicar a essas pessoas que se desejam conversar poderão fazê-lo em qualquer lugar em que não prejudicam o culto cristão. Ter compreensão e firmeza sempre;

·     Ajudar a que todos participem bem na Celebração, com o bom exemplo, com a atenção voltada para o Senhor e para às necessidades do próximo;

·     No final da Santa Missa, agradecer ao Senhor pelo trabalho realizado e pedir a Ele que continue sendo exemplo de serviço aos fiéis durante toda a semana;

Coordenadora: Elza Total de Integrantes: 32 pessoas  Reuniões: 3º sábado de cada mês

 
 
 
 
 

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